quinta-feira, 30 de julho de 2015

A crise e o escritório de contabilidade: uma grande oportunidade!




Estamos passando por um cenário turbulento e de incertezas no país: a crise econômica. No entanto, o seu escritório contábil pode fazer desse momento uma grande oportunidade! Entenda o porquê agora.

Quanto mais organizadas e preparadas as empresas estiverem, menos conturbada será a passagem pela crise, principalmente as Micro e Pequenas Empresas que registram alta taxa de mortalidade: quase 50% fecham em menos de três anos, segundo pesquisa do Sebrae. Com muitas atividades para realizar e, geralmente, pouco (ou nenhum) conhecimento em finanças e contabilidade, uma das principais dificuldades do empresário é fazer a gestão organizada dos custos e despesas. Quem nunca teve ou ainda tem um cliente que mistura gastos pessoais com os da empresa?

quarta-feira, 15 de julho de 2015

EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL OU PREÇO UNITÁRIO, UMA ESCOLHA OU UM DESCASO?

Empreitada por preço global ou preço unitário, uma escolha ou um descaso?




A lei 8.666/93 estabelece em seu artigo 6º, dentre outras possibilidades, que a execução indireta será feita por empreitada por preço global (“quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total”) ou empreitada por preço unitário (“quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas”).

Via de regra a primeira deveria ser aplicada em todas as licitações de obras de engenharia, cujo objeto é indivisível, não podendo ser fracionado em unidades. Na prática não é bem isso que acontece.

A incerteza quanto ao objeto contratual, a reiteração de projetos básicos incompletos e a total inexistência de projetos executivos faz com que a administração publica “ prefira” licitar obras de engenharia por empreitada por preços unitários, já que facilitaria a contemplação de todos os itens que o projeto deveria ter previsto, mas não o fez.

No entanto a escolha entre empreitada por preço unitário e empreitada global deveria passar ao longe da discricionariedade, já que esta decisão deve ser dada pela natureza do objeto a ser licitado.